domingo, 31 de outubro de 2010

Adventício


Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio na tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência a assustava.

Quando entrou no metrô não havia ninguém. Sentou-se meio afastada da porta, por costume. Sozinha, resolveu abrir a bolsa e pegar um livro para lê-lo e passar o tempo. A Outra Face parecia queimar em suas mãos. Desistiu de ler a história de terror. Guardou o livro e tirou seu mp4 da bolsa para escutar suas músicas - que compôs a um certo alguém.

Embalada pela música, acabou fechando os olhos e se dispersou do metrô por aproximadamente dez minutos.

Não gostava do clima. Preferia o sol, o calor. O frio trazia a ela lembranças obscuras. Como naquela noite em um passeio com os irmãos à sua casa. Estavam os três andando, lado a lado, despreocupadamente rumo ao próximo quarteirão. Uma noite fria e amarga. Em que fios de vento cobriam o rosto e o ar era dificilmente inspirado para dentro dos corpos que pediam desesperados novamente o calor. Principalmente ela.

Seus olhos não queriam mais ver a brutalidade com que perdeu seu irmão naquela noite. Mas ela não conseguia se desprender do pesadelo.

A entrada de um homem no metrô a fez voltar ao mundo real após longos três segundos. Ele aparentava raiva.

Era impressionante a semelhança desse homem com aquele da noite assombrosa da vida de Estela. Eles se pareciam fisicamente.

Quem ele poderia ser? Seria mesmo aquele homem? Um daqueles bandidos que escolhem matar o traidor e acabam matando uma criança inocente numa rua em que não há testemunhas que contem o crime?

Escondendo o rosto nos cachos ruivos, Estela desejava desaparecer. Começou a imaginar qual era o plano daquele homem que, nesse momento, fitava-a com intensidade. Em sua cabeça os gritos desumanos explodiam “Eu vou voltar! E vou acabar com todos os que estiverem com ele!”

Estela aumentou o som do fone a uma altura ensurdecedora, o que a incomodou, pois não gostava de música alta. E ainda se sentia observada.

O homem, cuja roupa era mesmo suspeita, abriu o casaco e mexeu num bolso. O rosto do homem era de raiva, tristeza e mistério o que aumentava a vontade da moça de fugir dali. No lado esquerdo do rosto, uma cicatriz que partia a bochecha ao meio e marcava do queixo, até o canto do olho, os cachos ruivos pareciam poucos para que Estela escondesse daquele homem de aparência deformada.

Ela deu uma espiada no que o homem paralelo a ela estava fazendo e que ainda não havia tirado a mão do bolso. Ele estava à procura agonizante de algo perdido no casaco.

“É ele... agora eu tenho certeza. É ele! E vai me matar!” pensou com lágrimas se formando no canto de um dos olhos e ela decidira parar na próxima estação, mesmo que esteja muito longe de seu destino.

O metrô parara. Ninguém entrou. E os pés de Estela traíram-na. Ninguém saiu.

Finalmente, o sujeito tirou a mão do bolso, mas não pegara nada. Ficou parado um instante, levantou-se e sentou-se do lado da moça cuja pele branca rapidamente empalideceu.

Incomodada com a presença do homem ao seu lado fitando-a, Estela tirou o fone e desligou seu mp4 (suas mãos estavam desesperadamente trêmulas) e olhou assustada, com respiração ofegante para o homem que a olhava.

- Pelo visto, você se lembra de mim...

Sua certeza era certa. Ele era aquele homem...

- Fiquei sabendo do seu irmão... Não era ele... Era um traficante que tava devendo muito pra nós. Sabe... Errar é humano.

Não só medo, mas uma raiva – pra ser sincero, ódio – crescera dentro de Estela com tal força que ela cerrou os punhos. Queria acertá-lo. Já tentara fazer isso a um colega de escola há tempos – e conseguira. Porém o medo a mantinha em segurança.

- E pelo visto, não contou a ninguém sobre meu pequeno errinho daquela noite, não é? Tipo... Não para a polícia, contou?

Esperou.

- Responda! – ele gritou.

- N-nem s-sei quem é, c-como vou contar a alguém?

Dois segundos separaram a resposta, do movimento a seguir do homem. Ele estendeu a mão procurando ver mais o rosto de Estela. Colocou algumas mechas atrás da orelha da moça e ficou brincando com um cachinho.

“Que petulância! Não posso nem morrer de cabelos limpos!” pensou isso e uma estranha coragem estava crescendo em Estela.

O homem recuou a mão e sentou-se de forma com que seus cotovelos se apoiassem nos joelhos e suas mãos escondessem o rosto. Estela ficou observando-o.

Passados silenciosos e cortantes cinco segundos, o homem disse:

- Fiquei sabendo do sobrenome do cara e resolvi procurar um de vocês daquela noite. Há três dias to te seguindo e só agora consegui a oportunidade de falar... Eu nunca errei assim. Todos os trabalhos que me mandaram executar algo, ou alguém, eu realizei com precisão. Eu não sou de errar e rir da cara entende? – ele dizia e reclamava com si mesmo pelo erro – Não devia ter errado. Não devia... Eu não sou um ser tão sem alma quanto todos pensam que são os assassinos. –Estela estremeceu com a palavra – Eu na verdade, só quero o dinheiro. – ele suspirou. E resolveu confessar – Eu tenho uma filha com câncer. Há tempos ela tava no hospital, e tem de ser particular é onde ela tem o tratamento adequado.

Ele esperou que Estela digerisse tudo aquilo com calma. E que entendesse. E que o perdoasse...

- Será que consegue me perdoar? Eu sei que é difícil. Se não quiser, não precisa dizer sim.

Estela não conseguiu disfarçar os olhos arregalados de pura perplexidade. Esperava a morte e recebeu apenas uma pergunta. Podia se livrar dela de qualquer jeito. Mas com certeza, um assassino que mostrou seu rosto não ia deixar uma testemunha assim, “de graça”. Então a resposta não importava.

Mas a moça não conseguia dizer nada. Abriu a boca pra falar alguma coisa, mas desistiu. Em algum momento aquele homem realmente pareceu sincero. Mas ela não sabia quando.

- Minha filha... Ela... Faleceu ontem...

Estela com dó – mas o medo ainda estava lá – percebeu que era ali que havia a sinceridade. O metrô parara. Ali era a sua estação. Ela olhou ao redor e se não descesse, ficaria atrasada para o trabalho.

- Tudo bem pode ir... Ah, e outra coisa: não precisa acionar a polícia pra mim... Eu já fiz isso...

Silenciosa, confusa e desconfiada, a moça pegou sua bolsa e saiu.

Antes de se virar e dirigir-se ao trabalho, ela ficou parada de frente ao metrô. Atrás dela, policiais chegaram e invadiram o metrô. Estela ficou observando o que eles faziam. Se isso fosse um filme, estaria passando em câmera lenta. Tiraram o homem de lá. Seu nome é Seivuler. Um nome estranho. Um homem estranho. E um dia mais estranho ainda.


Isabella Revert
Isabella Revert

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Super Mario



Super Mario é um jogo mundialmente conhecido em que ele tem que atravessar níveis e castelos e encontrar sua princesa... Mas, nas entrelinhas, sabemos que não é bem assim...

Todo jogo do Mario inicia-se com a Princesa vivendo feliz e de repente o Bowser - o "violão" (entre aspas mesmo) - a sequestra e diz ao Mario que para salvá-la é preciso passar por castelos, tererê tererê tal e etc.
Nas fases, Mario encontra inimigos estranhos. O que ele não sabe, é que a ONU vai bater em sua porta e dizer: "Somos da paz! Pare de combater com violência!"
Já houveram depoimentos de uma das vítimas em que é relatado tal violência deste ser dos jogos. Como a Planta Carnívora que diz: "Eu não tenho culpa de nada. Só vejo um barrigudo bigodudo avançando em minha frente."
Mas o Mario é mesmo muito esperto. Para fugir da ONU, ele entra em Canos e ainda consegue bônus! É esperto mesmo - mesmo.
E o Mario é quem sempre leva a melhor: o mais conhecido, o mais "artista", o melhor jogador, todos querem ser cosplay dele... Coitado do Luigi... O nome do jogo é Super Mario, mas há quem prefira o Luigi - por incrível que pareça. Devia ter o jogo Super Luigi!
Mas a maior polêmica de todos os tempos é: A Princesa Peach tem algum caso com o Bowser?
Todas as estatísticas apontam que sim.
1. Em todos os jogos ela é "sequestrada" pelo Bowser.
2. Quando o Mario chega num Castelo, a Princesa passa para outro - outro - Castelo.
3. O Bowser tem filhos... Com quem?
4. Peach nem reclama do sequestro.
5. Peach não "está nem aí" para o Mario.
6. Ta na cara!
É... parece que ela não consegue mais esconder e o Mario tem que sofrer por ela durante todo o jogo (na verdade, ele quer mesmo é se aventurar nas fases... Não deve estar "nem aí" para a Princesa).
É isso aí galera. Mesmo com essas polêmicas, Super Mario é um jogo viciante!

Isabella Revert

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das Crianças



Dia das Crianças! Dia de retomarmos o tempo de nossa infância de novo e de acordarmos a criança que está dentro de cada um.
O engraçado é que, quando somos crianças, queremos crescer e desenvolver nossa independência logo. Mas quando crescemos e nos tornamos "mais velhos" a cada dia, queremos retornar à essa fase, voltar à inocência e ter que depender dos pais para tudo.
Mas não crescemos em idade. Crescemos em experiência.
Você pode ter oitocentos e noventa e sete anos de idade que, se você não conhece o mundo direito, seu comportamento continua sendo o ingênuo de uma criança.
Ou o contrário, você pode ter apenas seis anos de idade e ter conhecido a malícia do mundo. E de uma maneira marcante e violenta.
Mas o que sabemos é que mesmo que o tempo passe e aprendamos as coisas que edificam a vida, continuamos sempre querendo colo, queremos brincar e fingir que não estamos entendendo nada.
VIVA A CRIANÇA QUE ESTÁ DENTRO DE VOCÊ!
E FELIZ DIA!

Isabella Revert

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

45 789... Ey Ey Eymael! Vamos arrebentar a boca do balão! é 2525! Cutuca Zé, vamos todos cutucar...


Você mal escutou o deputado federal passar, já tem o senador virando a esquina e a deputada estadual falar - ou melhor, discursar.
E o pior: a música fica gravada na sua cabeça.
É um tal de Eyamel, Ana Maria, Gil Pereira (deputado nota dez!) - ta... agora a música ficou na cabeça -, Jairo e seu 2525.
Não é ético citar nomes, mas como todos já escutamos, não faz mal.
Seria bom esses candidatos pensarem em como isso é ruim para nós, eleitores. Se eles poluem agora, imagina depois!
Poluição sonora: excesso de som, ruído e barulhos em geral.
Essa poluição parece que não faz mal, que não faz diferença... Mas o que não sabemos é que ela tão ruim quanto as outras poluições (visual e ambiental).
É bom que saibamos a diferença de uma poluição limpa - em seu amplo sentido - de uma cheia de sujeira e imprudência...
Se eles querem o maior número de votos, não é no "enjoamento" que eles vão conseguir!
Gostaria de deixar esse alerta:
• Vamos arrebentar a boca do balão, ... ....... é compromisso com a nossa região. Onze mil, duzentos e dez! ... ....... deputado nota dez!
• Quarenta e cinco, sete oito nove, com ... .....
• Ey Ey Ey.... um democrata cristão! Pra presidente, é 28 é ......
• ...

AAAAAAAHHHHHHHH !!!!!!!

domingo, 26 de setembro de 2010

Broken Link


Essa é uma banda formada há pouco e já faz o maior sucesso na internet com o seu famoso "Vai Burro!".
Além de talentosos, seus integrantes são bastante extrovertidos e sabem mostrar com fluidez o rock n’ roll.
Em uma entrevista, dois de seus integrantes esclareceram como a banda foi
formada, vejam só:


Mateus: Um dia eu vi Gabriel tocando violão Stairway to Heaven e pensei “Esse cara toca muito bem!” e, como Gustavo Oliva, o baixista, havia desistido de tocar, perguntei se ele queria tocar com a gente no shopping, pois estávamos sem baixista. Mas ele entrou como guitarrista e Tiago como baixista. Começamos a ensaiar para tocar no shopping. Gabriel comprou uma guitarra pra entrar na banda.
Gabriel: Uma guitarra muito “escrachada”! Uma Les Paul! Muito especial...
Isabella: Esse dia do shopping é aquele vídeo do YouTube?
Mateus: Sim. E começamos a ensaiar praticamente todos os dias até que paramos e ficamos um tempão sem tocar juntos. Mas no meio desse ano, surgiu uma apresentação no Centro Cultural e eu falei que ia chamar um amigo pra tocar junto...
Gabriel: A gente foi super aplaudido!
Isabella: E esse é outro vídeo... ?
Mateus: Sim. Aí eu disse: “Vey, vamos continuar com a banda” e ensaiávamos todo final de semana. Eu e Gabriel só tocávamos Knocking on heaven´s door aí, eu comecei a compor e escrever as tablaturas (sou o principal compositor).
Gabriel: E a gente estava procurando um baixista...
Mateus: Num ensaio na escola, Eduardo me perguntou como fazia o solo de The Tropper. Com isso, ficamos amigos e eu perguntei se ele queria tocar baixo e ele respondeu que sim...
Depois, eu vi Samuel andando com Duhdú (Eduardo) e perguntei se ele tocava alguma coisa e ele disse que queria cantar.

Isabella: E o nome da banda?
Gabriel: Antes, fizemos uma lista de nomes...
Isabella: É, eu me lembro dela.

Mateus: Eu queria que o nome fosse Liink, mas Samuel discordou. Depois eu disse Crashed Link e Samuel disse Broken Link e aí ficou.
Teve um dia (Gabriel não foi por causa da cirurgia que havia feito) que no ensaio, eu fiquei zuando Duhdú até que a gente “saiu na porrada”.
Isabella: Explique a porrada...

Mateus: Ele jogou uma palheta em mim e eu joguei uma nele... Só que a dele era bem mais pesada e doeu.
Isabella: E ele saiu da banda?

Mateus: Sim, mas eu falei: “Moço,você não sabe tocar, a gente precisa de um baixista!”
Isabella: Quais são os atuais integrantes da Broken Link?
Mateus: Eu, Gabriel e Samuel.
Gabriel - Baixista
Mateus - Guitarrista/vocalista/tecladista/compositor
Samuel – Vocal
Ricardo - Baterista (Foi suspenso e sua mãe tirou da banda)

A Broken Link precisa de um baterista da cidade de Montes Claros, interessados entrem em contato.
E, para shows, entrem em contato também: (38) 91292281.



domingo, 12 de setembro de 2010

Fairy Tail



A série de Fairy Tail gira em torno das aventuras de seus protagonistas, Lucy e Natsu, tendo o gato falante Happy como coadjuvante. Lucy Heartphillia é uma jovem maga de 17 anos que deseja tornar-se uma maga evoluída. Para isso, ela terá que entrar em uma guilda de magos, para ganhar dinheiro, sobreviver e também aprimorar suas habilidades. Ela chega até a cidade de Harujion, onde Natsu Dragneel e Happy desembarcam para procurar Igneel, o dragão que criou Natsu como se fosse um filho, e que um dia, repentinamente, sumiu. Lucy, encontra Natsu e Happy ocasionalmente, após se envolverem com um perigoso criminoso que tenta transformar Lucy em sua escrava. Após salvar Lucy, Natsu, que é mago de uma das guildas mais famosas, a Fairy Tail, convida a garota a juntar-se a guilda. Assim, Lucy entra para a Fairy Tail, onde começa a viver todo tipo de missão perigosa junto com Natsu e Happy
A história se passa em um lugar conhecido como Mundo Mágico, uma terra onde a magia é usada em larga escala e os magos gozam de um alto status. Para organizar e facilitar a vida dos magos, surgem as guildas, organizações de magos controladas pelo Conselho que, por sua vez, controlado pelo governo. Uma guilda funciona como uma agência de empregos: um cliente encomenda um serviço, um mago escolhe este serviço e se o completar com sucesso recebe uma recompensa que varia de acordo com a periculosidade e grau de dificuldade da "missão". Porém, assim como existem guildas pacíficas como a Fairy Tail, também existem guildas de mercenários, com fins e objetivos escusos.

Personagens


Principais



Secundários
Mirajane
Elfman
Loki\Leo
Kana
Macao
Levy McGarden
Makarov

Segundo Andar
Luxus Dreher
Mistgun
Gildarts Crive

Antagonistas
Jellal/Gérard
Urtear
Reitei Lyon
Phantom Lord
Zeref


Outros personagens
Igneel
Ur
Jura
Lisanna


Novos Membros
Gazille
Juvia Loxar
Wendy

sábado, 11 de setembro de 2010

Vampire Knight



A história passa-se no Colégio Cross, um internato de prestígio que divide os alunos em dois grupos: A Day Class [Classe do Dia], cujos alunos são humanos e todos usam uniformes escuros, e a Night Class [Classe da Noite], constituído apenas por vampiros e todos usam uniformes claros. O objetivo do colégio é promover a convivência pacífica entre ambas as espécies. Então a principal regra para a Classe da Noite é que é proibido beber sangue humano dentro dos limites do colégio, em substituição, eles devem tomar pastilhas de sangue. Porém a maior parte da sociedade humana [incluindo a Day Class] não sabe e não pode saber da existência de vampiros, então para guardar esse segredo e fiscalizar se a Classe da Noite está seguindo as regras, foram criados cargos de Monitores que na realidade atuam como os Guardiões do Colégio. Por serem os únicos na Day Class que sabem sobre os Vampiros, Yuuki Cross/Kurosu e Zero Kiryuu ocuparam tais cargos.
Yuuki não possui memória alguma antes dos seus 5 anos de idade, a sua única lembrança mais antiga é a de 10 anos atrás, quando foi salva por Kaname Kuran de um Vampiro de Nível E [Vampiro Ex-humano que perdeu a sua consciência e é dominado pelos instintos] que a atacara durante uma noite nevosa. Kaname a levou para casa de um velho amigo dos seus pais, Kaien Cross/Kurosu, onde foi adotada. Yuuki acredita, assim como o seu pai, que a maioria dos Vampiros são bons e que podem conviver amigavelmente com os humanos, ao contrário do seu parceiro, Zero, que odeia Vampiros e dúvida da concretização desse sonho pacifista. Isso porque a sua família foi assassinada por uma vampira, sendo ele o único sobrevivente.

Personagens:
Day Class:
Yuuki Cross/Kurosu
Zero Kiryuu

Sayori Wakaba

Night Class:
Kaname Kuran
Takuma Ichijou
Hanabusa Aidou
Akatsuki Kain
Ruka/Luca Souen
Seiren
Senri Shiki
Rima Toya
Maria Kurenai



Outros:
Diretor Kaien Cross/Kurosu
Yagari Touga
Ichiru Kiryuu

Kaito Takamiya

Puro-Sangue:
Shizuka Hiou
Sara Shirabuki
Haruka Kuran
Juuri/Jiyuri Kuran

Rido Kuran

    Guia de episódios
    1 - A Noite dos Vampiros
    2 - Memória de Sangue
    3 - Presas de Arrependimento
    4 - Sinal de Convicção/ O Gatilho para a Condenação
    5 - O Banquete Sob a Lua
    6 - Sua Escolha/ A Escolha Feita
    7 - O Labirinto Escarlate/ O Labirinto Rubro
    8 - Explosão de Tristeza/ Disparo de Mágoa
    9 - Olhos Carmesim/ Olhos Escarlate
    10 - Princesa das Trevas
    11 - O Preço de um Desejo
    12 - O Juramento do Puro-Sangue
    13 - Corrente Carmesim
    Guilty:
    1/14 - Pecadores do Destino
    2/15 - A Eterna Promessa ~ Paradoxo
    3/16 - O Retrato de Lápis Lazuli ~ Miragem
    4/17 - O Despertar do Demônio ~ Libido
    5/18 - A Armadilha do Subordinado ~ Armadilha
    6/19 - Os Falsos Amantes ~ Amantes
    7/20 - O Beijo Espinhoso ~ Beijo
    8/21 - Espiral de Lembranças ~ Espiral
    9/22 - O Renascimento do Imperador ~ Imperador
    10/23 - O Prelúdio da Batalha ~ Prelude
    11/24 - O Destino dos Gêmeos
    12/25 - O Fim do Mundo ~ Período
    13/26 - Vampire Nobre ~ Nobre
    OBS:A temporada do Guilty pode tanto ser contada começando do 1 novamente, ou do 14.

    Dica para baixar os episódios de Vampire Knight:


    Músicas
    Abertura:
    Futatsu No Kodou To Akai Tsumi - ON/OFF - 1ª temporada
    Rondo - ON/OFF - 2ª temporada (Guilty)

    Encerramento:
    Still Doll - Kanon Wakeshima - 1ª temporada
    Suna no Oshiro - Kanon Wakeshima - 2ª temporada (Guilty)

sábado, 4 de setembro de 2010

Rock n' Roll

O rock and roll (também conhecido como rock n' roll) é um tipo de musicalidade que surgiu nos Estados Unidos no final dos anos 1940 e início dos anos 1950, com raízes em sua maioria em gêneros musicais afro-americanos, e rapidamente se espalhou para o resto do mundo.
Os instrumentos mais comuns no rock and roll são uma ou duas guitarras elétricas (uma base e outra solo), um contrabaixo (depois de meados dos anos 1950, um baixo elétrico) e uma bateria. Nos primórdios do rock and roll, entre o final dos anos 1940 e início dos anos 1950, também se utilizava o piano ou o saxofone frequentemente como instrumentos bases, mas estes foram substituídos ou suplantados geralmente pela guitarra a partir da metade dos anos 1950.
A batida é essencialmente um blues boogie-woogie com um contratempo acentuado, este último quase fornecido por uma caixa clara. A enorme popularidade e eventual visão no mundo inteiro do rock and roll deu-lhe um impacto social único. Muito além de ser simplesmente um gênero musical, o rock and roll - como visto nos filmes e na televisão, e de acordo com a mídia que se desenvolvia àquela época - influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem. Ele começou a gerar vários sub-gêneros - muitas vezes sem o contratempo característico originário- que são mais propriamente chamados simplesmente Rock.

Em nossa enquete, as bandas seguintes foram as mais votadas - bom, na verdade, o tópico mais votado foi "Todas Acima" que continha essas bandas:


• Guns n' Roses
• Angra


• Evanescence
• The Beatles
• Pitty
• Tokio Hotel


Ouça-as você também!

sábado, 21 de agosto de 2010

Planeta Terra

Paródia da música Fita Amarela de Noel Rosa.


R.: Vai aquecer, o nosso Planeta Terra
As aves, flores e feras vivem como em uma cela

Vamos dar um basta nesta poluição
É ela que afasta o futuro de cada nação

Nós as pessoas, como pensa nossa mente?
Se nós não cuidarmos do meio ambiente?

E as paisagens, imagens tão belas
Os humanos necessitam de cada uma delas.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Embriagado

Paródia da música "Exagerado" de Cazuza. Olha só no que deu essa brincadeira:

Papai da minha vida
eu tenho uma novidade
Andei bebendo com alguns rapazes
lá na faculdade.
Primeiro era uma brincadeira
Viciei depois na bebedeira
e após várias saideiras,
vou voltar pra cadeia...

Embriagado
jogado a seus pés
Eu to mesmo embriagado.
Pior é quando estou dopado
Yeaah!