domingo, 12 de dezembro de 2010

Rock in Rio 2011





O Brasil é mesmo o país da vez. Além de receber uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, o país vai ser sede de uma nova edição do Rock in Rio! Foi anunciado em uma coletiva de imprensa que o evento está de volta ao país e vai ter novas edições a cada dois anos, podendo ser estendida até a olimpíada do Rio, em 2016.

Rock in Rio 4 volta a acontecer em Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, entre os dias 23 de setembro e 2 de outubro de 2011 - novamente divididos em shows nas sextas, sábados e domingos. O local de 150 mil m² será reformado com dinheiro público da prefeitura, passará a se chamar Parque Olímpico Cidade do Rock e será usado como área de lazer para os atletas durante os Jogos Olímpicos de 2016.

Além do show, serão montados no local um parque de diversões com roda-gigante, tirolesa, kaboom e montanha russa e uma rua com 30 lojas, bares e restaurantes.

O primeiro lote de ingressos para o Rock in Rio no Brasil já está esgotado. Foram vendidos 100 mil ingressos em 24 dias, pela internet. Isso, faltando 10 meses para o festival e com apenas 10% das atrações divulgadas.

Os cards foram colocados à venda no site oficial do evento, Rock in Rio - o mesmo que informa que, agora, quem quiser comprar seu Rock in Rio Card terá que esperar até 1º de julho, quando começam as vendas oficiais.

As vantagens para quem comprou antecipadamente não é o preço, mas sim a oportunidade de escolher antes dos demais a data em que irá curtir o festival, marcado para 23, 24, 25 e 30 de setembro, e 1 e 2 de outubro. Isso porque o Card e comprado sem data marcada e a escolha só será feira depois, de 11 de janeiro a 31 de maio, quando os principais shows já devem estar confirmados. A partir da data, ou seja, quem comprar depois de 1º de julho, ficará sujeito à disponibilidade para o dia.

Segundo os organizadores do Rock in Rio, mais de 60% dos compradores são de fora do Rio de Janeiro. Do total de cards vendidos, 38% correspondem ao Rio. Outros 20% são de São Paulo e 14% de Minas Gerais.

Shows

Entre os shows já confirmados para o festival estão as bandas internacionais Metallica, Red Hot Chili Peppers e Snow Patrol, além das nacionais Sepultura, Angra e Capital Inicial.

O evento promete também outras atrações, como parque de diversões, shows de jazz, desfiles de moda e música eletrônica.

Os shows serão divididos entre o Palco Mundo, onde se apresentarão as atrações principais, o palco Sunset, que promoverá encontros entre artistas brasileiros e convidados, e uma tenda eletrônica, que reunirá DJs nacionais e internacionais.



Aqui estão imagens do começo da construção:



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Meu sonho é: Ser Cosplay


Cosplay (コス Kosupure ), abreviação de "costume play", é um tipo de arte de performance em que os participantes usam trajes e acessórios para representar um determinado personagem ou ideia. Personagens são muitas vezes tirados da ficção popular no Japão, fontes favoritas incluem mangá, anime, tokusatsu, quadrinhos, graphic novels, video games,hentai e fantasia filmes. Dramatização inclui retratos de J-pop e J-rock stars, personagens de marionetes taiwanesas , ficção científica, personagens de histórias musicais , romances clássicos, e software de entretenimento . Qualquer entidade a partir do real ou virtual do mundo que se presta à interpretação dramática pode ser tomado como um sujeito. Objetos inanimados são dados antropomórficos formas e não é incomum ver os sexos mudou, com as mulheres desempenham papéis masculino e vice-versa.
Cosplayers podem interagir para criar uma subcultura centrado em torno de dramatização. Um uso mais amplo do cosplay termo se aplica a qualquer jogo de papéis fantasiados em locais além do estágio, independentemente do contexto cultural.

Os cosplayers são encontrados em toda e qualquer parte do mundo e faz maior sucesso entre adolescentes e jovens - mas não deixam de fazer parte da vida de muitos adultos. É natural ver pessoas fantasiadas de cosplay pelas ruas do Japão, e mais naturais ainda são os eventos e encontros de animes diferentes por uma massa muito grande de pessoas.


Como ser cosplay?
É preciso que se conheça muito detalhadamente seu personagem para imitá-lo. Seja eles de desenhos mais conhecidos - tais como Simpsons, Meninas Super Poderosas, entre outros - ou os animes só vistos pela internet como downloads.
Depois disso, é preciso criatividade ou mesmo dinheiro - sejamos sinceros: roupas cosplay são caras. Há lojas que seu único tema são os desenhos japoneses e essas são especializadas nos acessórios e detalhes dos mesmos, como a
Nyanko Shop ou a Nipon Cosplay – que é daqui mesmo de Montes Claros; mas há pessoas que confeccionam sua própria roupa.

Onde há eventos temáticos?
Em MOC, os eventos mais conhecidos foram o Uai Drops, o Anime Norte e o Cine Anime, mas para melhores informações procure sempre visitar o perfil de
Cine Anime no orkut.

Onde posso baixar Animes?

Em vários sites onlines por aí. Inclusive tem animes no Youtube, mas nem sempre são completos. O site
Central de Animes é uma dica.





Depois dessas dicas, você não vai querer ficar fora dessa não é?
Sayõnara, Tsugi made!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Charlie Chaplin




Sir Charles Spencer Chaplin Jr., KBE (Londres, 16 de Abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey , 25 de Dezembro de 1977), mais conhecido como Charlie Chaplin, foi um actor, diretor, produtor, dançarino, roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos do período conhecido como Era de Ouro do cinema dos Estados Unidos.
Além de atuar, Chaplin dirigiu, escreveu, produziu e eventualmente compôs a trilha sonora de seus próprios filmes, tornando-se uma das personalidades mais criativas e influentes da era do cinema mudo. Chaplin foi fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem ele dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nos teatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin co-fundou a United Artists em 1919.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: "Chaplin não foi apenas 'grande', ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam."
Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d 'Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).
Seu principal e mais conhecido personagem é conhecido como Charlot, na França e no mundo francófono, na Itália, Espanha, Portugal, Grécia, Romênia e Turquia, e como Carlitos ou também "O Vagabundo" (The Tramp) no Brasil, um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro (gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco ou cartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa.
Chaplin foi uma das personalidades mais criativas que atravessou a era do cinema mudo; atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes. Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A Magia de ver Filmes vs A Magia de ler livros


Depois que ganharam áudio e cor, as imagens nos prendem nos cinemas ou em nossa casa mesmo.Filme tornou-se um dos mais favoritos passatempos das pessoas atualmente. Sejam eles da maneira antiga ou mais moderno em 3D, os filmes querem prender a atenção do cinéfilo desde a propaganda ao final do filme."Vamos pegar um cineminha?" virou a pergunta mais frequente entre as pessoas quando querem se encontrar. E ir ao cinema realmente é uma forma prazerosa de encontrar quem gostamos e ainda ver as novidades do cinema.Com o cinema vários atores e atrizes ganharam fama e muitos deles preferem continuar na vida atrás das câmeras.
E ler livros?
Ver filmes é muito bom. Mas ler livros é ainda melhor.Nos filmes os personagens já têm imagem, já têm seu jeito de ser, ou seja, ele já é "pronto".Nos livros os personagens não têm imagens, e você pode criá-lo da maneira como manda sua mente.As cenas dos filmes são previsíveis, enquanto que em livros sempre nos surpreende.Os detalhes das palavras nos deixam intrigantes e nos deixam com vontade de saber o fim e elas são únicas.
E quando os livros se transformam em filmes?
Atualmente os filmes estão sendo baseados nos livros mais lidos e eles acabam ficando por escanteio. Tais como: Crepúsculo, Harry Potter, O Menino do Pijama Listrado, O Caçador de Pipas, Marley e Eu, entre outros.Mas cada um tem seu gosto. Há quem prefira apenas ver, e outros que prefiram ler; depende do gosto e estilo das pessoas.
Então cabe a você decidir qual é seu estilo e o que é melhor pra você, sabendo-se que das duas opções, as duas são as melhores.

Isabella Revert

domingo, 14 de novembro de 2010

Nova Disciplina na Escola: Música

“Foi sancionado dia 18 pelo presidente Lula um projeto de lei da senadora Roseana Sarney (PMDB-BA) que torna obrigatório o ensino de música nas escolas públicas do Brasil. Roseana defende a ’multiplicidade de interpretações’ que o ensino de artes denota (dentre eles, a música).

Segundo a proposta, as aulas de música seriam ministradas para estudantes dos ensinos fundamental e médio durante as aulas de Artes. Antes de ser sancionado pelo presidente, o projeto já havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania e pela Câmara.

Lula sancionou o projeto com uma alteração: vetou o artigo que obrigava os professores que lecionariam música a terem qualificação específica.

A partir de agora, as escolas têm três anos para adaptar as aulas de música ao seu currículo.”


Esta é uma ótima notícia que as escolas públicas recebem. A novidade fará com que os alunos se interessem mais às aulas e à escola.Nós só queremos que uma dúvida seja esclarecida: E os colégios particulares?Mas, como os colégios não querem ficar fora disso, provavelmente a resposta será positiva e então as aulas ficarão mais divertidas para todos.
Ainda não se sabe como ficarão os Conservatórios e escolas de música em que melodias e instrumentos são seu único tema, mas esperamos que a nova disciplina não atrapalhe no andamento dessas escolas.
Vamos aproveitar nossos últimos anos de tédio e rotina e vamos nos preparar para ritmos diferentes.

domingo, 31 de outubro de 2010

Lenda do Halloween

No dia 31 de outubro, os espíritos dos que morreram ano passado voltam para procurar os corpos das pessoas que estão vivas e esses espíritos ficarão com estes corpos por todo o ano. De acordo com lendas, neste dia, será permitido que os espíritos tenham convivência com os vivos. Naturalmente, as pessoas que estão vivas não querem ser possuídas. Então, à noite, elas apagam as luzes e os fogos de suas casas para que fiquem frias e indesejáveis e se vestem com roupas assustadoras e caminham ao redor da vizinhança sendo tão destrutivos quanto podem na ordem de assustar todos os espíritos que procuram possuir.

Mas a lenda do Halloween foi suavizada pelas crianças que, ao conhecerem a lenda, acharam que era brincadeira. Elas continuam a se fantasiar e sair às ruas e conservam a uma tradição de 200 anos atrás, mas batem nas portas para perguntar: “Doces ou Travessuras?” – em que, ao responder “Doces”, a pessoa tem que dar vários tipos de guloseimas para as crianças e, ao responder “Travessuras”, as crianças entram e fazem o que querem na casa da pessoa.

O segundo Turno da votação para presidente do Brasil caiu justo no “Dia das Bruxas”. Será que isto está associado aos candidatos? Ou a um deles? Não se sabe.
E a Cinderela? Foi ela a culpada? Em seu conto, ela usa uma abóbora para ser sua carroça e depois de ir embora às 12:00, já nem se importa com a abóbora. Será que a abóbora revoltou e...
Em todo caso, para curtir um bom Halloween, nada como se fantasiar, sair com os amigos pelas ruas e pedindo aos vizinhos: “Doces ou Travessuras?”, voltar para casa e assistir A Noiva Cadáver e depois reunir a turma para dançar a música Thriller – Michael Jackson porque não há música melhor que essa para continuar a tradição monstruosa.

Adventício


Quarta-feira, hora melancólica das cinco e meia, quando chove. Choveu úmido e frio na tarde antes sufocante de novembro. Ela caminhava na direção do metrô, os sapatos molhados. Pelo menos o metrô lhe parecia um progresso no meio dos tempos decadentes. Dava-lhe a sensação de estar em outro país. A decadência a assustava.

Quando entrou no metrô não havia ninguém. Sentou-se meio afastada da porta, por costume. Sozinha, resolveu abrir a bolsa e pegar um livro para lê-lo e passar o tempo. A Outra Face parecia queimar em suas mãos. Desistiu de ler a história de terror. Guardou o livro e tirou seu mp4 da bolsa para escutar suas músicas - que compôs a um certo alguém.

Embalada pela música, acabou fechando os olhos e se dispersou do metrô por aproximadamente dez minutos.

Não gostava do clima. Preferia o sol, o calor. O frio trazia a ela lembranças obscuras. Como naquela noite em um passeio com os irmãos à sua casa. Estavam os três andando, lado a lado, despreocupadamente rumo ao próximo quarteirão. Uma noite fria e amarga. Em que fios de vento cobriam o rosto e o ar era dificilmente inspirado para dentro dos corpos que pediam desesperados novamente o calor. Principalmente ela.

Seus olhos não queriam mais ver a brutalidade com que perdeu seu irmão naquela noite. Mas ela não conseguia se desprender do pesadelo.

A entrada de um homem no metrô a fez voltar ao mundo real após longos três segundos. Ele aparentava raiva.

Era impressionante a semelhança desse homem com aquele da noite assombrosa da vida de Estela. Eles se pareciam fisicamente.

Quem ele poderia ser? Seria mesmo aquele homem? Um daqueles bandidos que escolhem matar o traidor e acabam matando uma criança inocente numa rua em que não há testemunhas que contem o crime?

Escondendo o rosto nos cachos ruivos, Estela desejava desaparecer. Começou a imaginar qual era o plano daquele homem que, nesse momento, fitava-a com intensidade. Em sua cabeça os gritos desumanos explodiam “Eu vou voltar! E vou acabar com todos os que estiverem com ele!”

Estela aumentou o som do fone a uma altura ensurdecedora, o que a incomodou, pois não gostava de música alta. E ainda se sentia observada.

O homem, cuja roupa era mesmo suspeita, abriu o casaco e mexeu num bolso. O rosto do homem era de raiva, tristeza e mistério o que aumentava a vontade da moça de fugir dali. No lado esquerdo do rosto, uma cicatriz que partia a bochecha ao meio e marcava do queixo, até o canto do olho, os cachos ruivos pareciam poucos para que Estela escondesse daquele homem de aparência deformada.

Ela deu uma espiada no que o homem paralelo a ela estava fazendo e que ainda não havia tirado a mão do bolso. Ele estava à procura agonizante de algo perdido no casaco.

“É ele... agora eu tenho certeza. É ele! E vai me matar!” pensou com lágrimas se formando no canto de um dos olhos e ela decidira parar na próxima estação, mesmo que esteja muito longe de seu destino.

O metrô parara. Ninguém entrou. E os pés de Estela traíram-na. Ninguém saiu.

Finalmente, o sujeito tirou a mão do bolso, mas não pegara nada. Ficou parado um instante, levantou-se e sentou-se do lado da moça cuja pele branca rapidamente empalideceu.

Incomodada com a presença do homem ao seu lado fitando-a, Estela tirou o fone e desligou seu mp4 (suas mãos estavam desesperadamente trêmulas) e olhou assustada, com respiração ofegante para o homem que a olhava.

- Pelo visto, você se lembra de mim...

Sua certeza era certa. Ele era aquele homem...

- Fiquei sabendo do seu irmão... Não era ele... Era um traficante que tava devendo muito pra nós. Sabe... Errar é humano.

Não só medo, mas uma raiva – pra ser sincero, ódio – crescera dentro de Estela com tal força que ela cerrou os punhos. Queria acertá-lo. Já tentara fazer isso a um colega de escola há tempos – e conseguira. Porém o medo a mantinha em segurança.

- E pelo visto, não contou a ninguém sobre meu pequeno errinho daquela noite, não é? Tipo... Não para a polícia, contou?

Esperou.

- Responda! – ele gritou.

- N-nem s-sei quem é, c-como vou contar a alguém?

Dois segundos separaram a resposta, do movimento a seguir do homem. Ele estendeu a mão procurando ver mais o rosto de Estela. Colocou algumas mechas atrás da orelha da moça e ficou brincando com um cachinho.

“Que petulância! Não posso nem morrer de cabelos limpos!” pensou isso e uma estranha coragem estava crescendo em Estela.

O homem recuou a mão e sentou-se de forma com que seus cotovelos se apoiassem nos joelhos e suas mãos escondessem o rosto. Estela ficou observando-o.

Passados silenciosos e cortantes cinco segundos, o homem disse:

- Fiquei sabendo do sobrenome do cara e resolvi procurar um de vocês daquela noite. Há três dias to te seguindo e só agora consegui a oportunidade de falar... Eu nunca errei assim. Todos os trabalhos que me mandaram executar algo, ou alguém, eu realizei com precisão. Eu não sou de errar e rir da cara entende? – ele dizia e reclamava com si mesmo pelo erro – Não devia ter errado. Não devia... Eu não sou um ser tão sem alma quanto todos pensam que são os assassinos. –Estela estremeceu com a palavra – Eu na verdade, só quero o dinheiro. – ele suspirou. E resolveu confessar – Eu tenho uma filha com câncer. Há tempos ela tava no hospital, e tem de ser particular é onde ela tem o tratamento adequado.

Ele esperou que Estela digerisse tudo aquilo com calma. E que entendesse. E que o perdoasse...

- Será que consegue me perdoar? Eu sei que é difícil. Se não quiser, não precisa dizer sim.

Estela não conseguiu disfarçar os olhos arregalados de pura perplexidade. Esperava a morte e recebeu apenas uma pergunta. Podia se livrar dela de qualquer jeito. Mas com certeza, um assassino que mostrou seu rosto não ia deixar uma testemunha assim, “de graça”. Então a resposta não importava.

Mas a moça não conseguia dizer nada. Abriu a boca pra falar alguma coisa, mas desistiu. Em algum momento aquele homem realmente pareceu sincero. Mas ela não sabia quando.

- Minha filha... Ela... Faleceu ontem...

Estela com dó – mas o medo ainda estava lá – percebeu que era ali que havia a sinceridade. O metrô parara. Ali era a sua estação. Ela olhou ao redor e se não descesse, ficaria atrasada para o trabalho.

- Tudo bem pode ir... Ah, e outra coisa: não precisa acionar a polícia pra mim... Eu já fiz isso...

Silenciosa, confusa e desconfiada, a moça pegou sua bolsa e saiu.

Antes de se virar e dirigir-se ao trabalho, ela ficou parada de frente ao metrô. Atrás dela, policiais chegaram e invadiram o metrô. Estela ficou observando o que eles faziam. Se isso fosse um filme, estaria passando em câmera lenta. Tiraram o homem de lá. Seu nome é Seivuler. Um nome estranho. Um homem estranho. E um dia mais estranho ainda.


Isabella Revert
Isabella Revert

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Super Mario



Super Mario é um jogo mundialmente conhecido em que ele tem que atravessar níveis e castelos e encontrar sua princesa... Mas, nas entrelinhas, sabemos que não é bem assim...

Todo jogo do Mario inicia-se com a Princesa vivendo feliz e de repente o Bowser - o "violão" (entre aspas mesmo) - a sequestra e diz ao Mario que para salvá-la é preciso passar por castelos, tererê tererê tal e etc.
Nas fases, Mario encontra inimigos estranhos. O que ele não sabe, é que a ONU vai bater em sua porta e dizer: "Somos da paz! Pare de combater com violência!"
Já houveram depoimentos de uma das vítimas em que é relatado tal violência deste ser dos jogos. Como a Planta Carnívora que diz: "Eu não tenho culpa de nada. Só vejo um barrigudo bigodudo avançando em minha frente."
Mas o Mario é mesmo muito esperto. Para fugir da ONU, ele entra em Canos e ainda consegue bônus! É esperto mesmo - mesmo.
E o Mario é quem sempre leva a melhor: o mais conhecido, o mais "artista", o melhor jogador, todos querem ser cosplay dele... Coitado do Luigi... O nome do jogo é Super Mario, mas há quem prefira o Luigi - por incrível que pareça. Devia ter o jogo Super Luigi!
Mas a maior polêmica de todos os tempos é: A Princesa Peach tem algum caso com o Bowser?
Todas as estatísticas apontam que sim.
1. Em todos os jogos ela é "sequestrada" pelo Bowser.
2. Quando o Mario chega num Castelo, a Princesa passa para outro - outro - Castelo.
3. O Bowser tem filhos... Com quem?
4. Peach nem reclama do sequestro.
5. Peach não "está nem aí" para o Mario.
6. Ta na cara!
É... parece que ela não consegue mais esconder e o Mario tem que sofrer por ela durante todo o jogo (na verdade, ele quer mesmo é se aventurar nas fases... Não deve estar "nem aí" para a Princesa).
É isso aí galera. Mesmo com essas polêmicas, Super Mario é um jogo viciante!

Isabella Revert

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dia das Crianças



Dia das Crianças! Dia de retomarmos o tempo de nossa infância de novo e de acordarmos a criança que está dentro de cada um.
O engraçado é que, quando somos crianças, queremos crescer e desenvolver nossa independência logo. Mas quando crescemos e nos tornamos "mais velhos" a cada dia, queremos retornar à essa fase, voltar à inocência e ter que depender dos pais para tudo.
Mas não crescemos em idade. Crescemos em experiência.
Você pode ter oitocentos e noventa e sete anos de idade que, se você não conhece o mundo direito, seu comportamento continua sendo o ingênuo de uma criança.
Ou o contrário, você pode ter apenas seis anos de idade e ter conhecido a malícia do mundo. E de uma maneira marcante e violenta.
Mas o que sabemos é que mesmo que o tempo passe e aprendamos as coisas que edificam a vida, continuamos sempre querendo colo, queremos brincar e fingir que não estamos entendendo nada.
VIVA A CRIANÇA QUE ESTÁ DENTRO DE VOCÊ!
E FELIZ DIA!

Isabella Revert

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

45 789... Ey Ey Eymael! Vamos arrebentar a boca do balão! é 2525! Cutuca Zé, vamos todos cutucar...


Você mal escutou o deputado federal passar, já tem o senador virando a esquina e a deputada estadual falar - ou melhor, discursar.
E o pior: a música fica gravada na sua cabeça.
É um tal de Eyamel, Ana Maria, Gil Pereira (deputado nota dez!) - ta... agora a música ficou na cabeça -, Jairo e seu 2525.
Não é ético citar nomes, mas como todos já escutamos, não faz mal.
Seria bom esses candidatos pensarem em como isso é ruim para nós, eleitores. Se eles poluem agora, imagina depois!
Poluição sonora: excesso de som, ruído e barulhos em geral.
Essa poluição parece que não faz mal, que não faz diferença... Mas o que não sabemos é que ela tão ruim quanto as outras poluições (visual e ambiental).
É bom que saibamos a diferença de uma poluição limpa - em seu amplo sentido - de uma cheia de sujeira e imprudência...
Se eles querem o maior número de votos, não é no "enjoamento" que eles vão conseguir!
Gostaria de deixar esse alerta:
• Vamos arrebentar a boca do balão, ... ....... é compromisso com a nossa região. Onze mil, duzentos e dez! ... ....... deputado nota dez!
• Quarenta e cinco, sete oito nove, com ... .....
• Ey Ey Ey.... um democrata cristão! Pra presidente, é 28 é ......
• ...

AAAAAAAHHHHHHHH !!!!!!!